
Enfim cheguei.
Ao ponto da estrada mais estreito.
Achei que nunca fosse chegar tão perto, ou talvez, ironicamente ainda não seja e me vem a pergunta: Será que conseguirei!!?
Mas como sempre eu percebo. Não, só estou na metade...
É subida? descida? reto? curvo? Quero olhos que me façam ver.
Perguntas, respostas, perguntas, respostas. Confusão...
Bem feito!! Quem manda amar demasiadamente.
Sem coroa de espinhos, sem cruz pesada, sem sangue.
Ao menos ainda sei o que não quero; resta saber o que quero. De mim, de tudo.
Se não sei, que fique assim: não quero nada mais que eu conheça ou saiba, somente olhos, muitos olhos.
Chega de enxergar só com o coração, ele nem foi feito pra isso.
Então vou sem saber se estou pronta. Me jogar ao vento, a água, a terra, fogo, éter.
E estar sempre no fio: da lucidez, da loucura