domingo, 22 de julho de 2007


Enfim cheguei.


Ao ponto da estrada mais estreito.


Achei que nunca fosse chegar tão perto, ou talvez, ironicamente ainda não seja e me vem a pergunta: Será que conseguirei!!?


Mas como sempre eu percebo. Não, só estou na metade...


É subida? descida? reto? curvo? Quero olhos que me façam ver.


Perguntas, respostas, perguntas, respostas. Confusão...


Bem feito!! Quem manda amar demasiadamente.


Sem coroa de espinhos, sem cruz pesada, sem sangue.


Ao menos ainda sei o que não quero; resta saber o que quero. De mim, de tudo.


Se não sei, que fique assim: não quero nada mais que eu conheça ou saiba, somente olhos, muitos olhos.


Chega de enxergar só com o coração, ele nem foi feito pra isso.


Então vou sem saber se estou pronta. Me jogar ao vento, a água, a terra, fogo, éter.


E estar sempre no fio: da lucidez, da loucura


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